A Nossa Verdade
Não é apenas sobre construir prédios.
É sobre construir o que prometemos.
Caminhos Paralelos

Ranniere Campos
A Visão Tecnológica
"Não foi visão de futuro. Foi vontade de ganhar tempo."
Muita gente conta que começou a usar tecnologia porque teve uma 'visão mística' do futuro. A minha verdade é mais simples: em 2009, no terceiro período da faculdade, um professor me contou um segredo. Ele disse:"Se você usar essa ferramenta nova chamada BIM, os cortes e fachadas saem automáticos."
Na hora, meu lado prático (e, confesso, um pouco preguiçoso de desenhar tudo à mão) falou mais alto. Eu só queria entregar os trabalhos da Univale mais rápido.
Mas o que começou como um atalho virou uma obsessão. Enquanto eu usava o software para ganhar tempo, percebi que aquilo não era apenas desenho. Eu estava construindo o prédio de verdade, dentro do computador. Eu via os erros antes deles existirem. Ali, em 2009, muito antes de virar padrão de mercado, eu entendi que quem domina a informação, domina a obra.

Igor Monte Alto
A Gestão e o Ensino
"Do projeto público ao pé no chão."
Após uma temporada atuando como arquiteto em Belo Horizonte, retornei a Governador Valadares em 2012 para trabalhar em projetos de infraestrutura urbana e, logo depois, na docência na Univale. Conciliar a complexidade pública com a sala de aula me deu rigor técnico.
Porém, em 2020, o cenário mudou. A burocracia pública me cansava e eu queria empreender com velocidade, longe da morosidade dos processos antigos.
Meus planos eram fechar a empresa antiga para abrir um novo negócio, com novas ideias. Eu tinha a gestão e a experiência de campo, mas buscava inovação. Precisava de algo que unisse a técnica da engenharia com a alma da arquitetura.
A Fusão
"Por que 57? A matemática da criação."
Em 2017, sabíamos que precisávamos de uma identidade. Eu e a Larissa Ventura decidimos unir forças, mas 'Campos & Ventura' soava como mais um escritório de advocacia, e nós éramos criativos.
Olhamos para nossas idades na época. Somamos os números. O resultado foi 57. Decidimos que seríamos um Studio — um laboratório de ideias. Assim nasceu o Studio 57.
Mas faltava uma peça chave. Meses depois, reencontramos o Igor Monte Alto numa mesa de bar. Ali, entre uma conversa e outra, percebemos que compartilhávamos uma frustração e um sonho.
- A frustração: ver projetos incríveis serem executados sem o devido cuidado.
- O sonho: parar de apenas desenhar o sonho dos outros e começar a construir o nosso.
Ali, selamos um pacto silencioso. A arquitetura não seria o fim, seria o meio.
A Retomada
"Paramos de reclamar da obra. Começamos a assinar a obra."
Durante anos, vivemos um paradoxo. No escritório, usávamos o BIM para prever cada milímetro, cada tubulação, cada custo. Entregávamos um 'manual de instrução' completo para a construção.
Mas quando visitávamos a obra, a realidade era outra. Víamos nossos projetos serem descaracterizados por uma execução que ignorava a técnica. Como arquitetos, aquilo doía.
Chegou um momento em que tivemos que tomar uma decisão difícil: continuar reclamando ou assumir a responsabilidade. Decidimos fazer.
O Studio 57 Arquitetura e Incorporação nasceu dessa necessidade de controle de qualidade.
Nessa jornada de evolução, em janeiro de 2024, a Larissa Ventura encerrou seu ciclo no Studio para dedicar-se a outros projetos pessoais. A empresa seguiu firme, honrando o legado construído e focada na sua nova missão.
Hoje, fomos além. Continuamos elaborando a arquitetura completa e coordenando a criação do projeto em sistema BIM, mas agora levamos essa inteligência digital para o canteiro de obras. Eliminamos o 'telefone sem fio' entre o projeto e a execução.
Nós construímos o que projetamos. E entregamos exatamente o que você comprou.
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